sexta-feira, 23 de outubro de 2009


Escrevi e reescrevi. Rabisquei, rasguei, amassei e joguei fora. Peguei uma folha em branco e coloquei a cabeça para funcionar. Idéias vieram, idéias sumiram. Rodei a caneta entre quatro dedos, a impaciência me devorava.
Como poderia dizer? Por ser sincero, era tão complicado. Não deveria ser assim. Mas era.
Olhei para a janela e pude ver as nuvens - por um momento me distraí com suas belas formas. Olhei para o papel e o papel olhou pra mim. Sorri. Sem me dar conta, tinha acabado de fazer uma troca: o dito pelo não dito. Descobri que prefiro o subentendido do que o própriamente dito.
Levantei da cadeira, tomei o último gole de café, peguei a jaqueta e parei com a mão na maçaneta. Sorri de novo. Voltei a encarar o papel. De repente, o que era difícil, tornou-se extremamente óbvio. Tirei a tampa da caneta e registrei na folha com letra maiúscula: EU TE AMO. PARA SEMPRE.















Obrigada a todos que estão comentando aqui no blog. Sério mesmo. Estou amando.
Beijo grande a todos vocês.





3 comentários:

nadiavida disse...

Como falar que adoro te ler sem ser repetitiva? Sem ser óbvia? Sem cair no comum? Mas acho seu talento maravilhoso e tenho certeza que irei ver esta estrelinha cintilante brilhar mto!

Abraço grandão!

Srtª Menezes disse...

Eloá,
Nunca mais tinha vindo aqui no seu blog, que bom que voltou a postar com mais frequência! : )
Bjs

Marcelinha disse...

Amei, amei, amei, aliás, amo ler os seus textos!

beijos linda
;*